Quarta-feira, 12 de Setembro de 2007
Dalai Lama em Portugal

“O Dalai Lama chega esta quarta-feira a Portugal para uma visita de cinco dias durante a qual realizará ensinamentos, uma conferência pública estando ainda previstos encontros com deputados portugueses e com o presidente da Assembleia da República.

O líder espiritual do Tibete não será recebido nem pelo Governo nem pelo Presidente da República. O ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, explicou a recusa com o facto de, «oficialmente», o Dalai Lama não ser recebido pelos responsáveis do Governo português, «pelas razões que são conhecidas».

 

As "razões conhecidas" alegadas por Luís Amado são, ainda assim, as de sempre: as boas relações diplomáticas com a China.

 

O Governo de Pequim - que gere o Tibete como parte integrante da China - mantém uma estratégia de pressão diplomática sobre os Governos que recebam oficialmente o Dalai Lama.

 

Ontem mesmo, ao que o PÚBLICO apurou, um conselheiro da Embaixada da China foi recebido no gabinete de Jaime Gama - mas não pelo próprio -, numa audiência pedida pelos chineses para antecipar a chegada de Kenzin Gyatso (o nome de nascença do Dalai Lama e aquele que os apoiantes de Pequim utilizam).

 

Segundo Ana Gomes, o facto do Governo português não receber o Dalai Lama está relacionado com pressões por parte do governo chinês. Pressões essas «que são normais», mas não são impeditivas de receberem o Dalai Lama e «manterem as relações a todos os níveis». «trata-se do líder espiritual duma das maiores comunidades religiosas do mundo, de um prémio Nobel da paz, de um líder político de um povo que tem sido oprimido na sua própria terra».

 

O governo chinês censurou o parlamento português por receber o Dalai Lama e apelou à Assembleia da República (AR) para não servir de veículo à mensagem do líder tibetano no exílio.
«As actividades do Dalai Lama não são só religiosas. Ele representa as forças políticas que visam a independência do Tibete e a desagregação da pátria chinesa», disse Jiang Yu, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, em conferência de imprensa de rotina.

"Esperamos que os países relevantes consigam reconhecer as intenções do Dalai Lama e não facilitem nem dêem espaço às suas actividades", afirmou a porta-voz diplomática chinesa.

"O Tibete é parte da China desde os tempos antigos e as questões do Tibete são por isso questões internas da China", sustentou.”

 

Retirado de várias notícias na Internet
publicado por Joana às 16:57
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