Sábado, 30 de Junho de 2007
A 80 até ao Gerês!!! (Parte V)

“Dia 28/8/2005 (13º Dia) – Domingo

 

Toca a arrumar tudo que chegou a hora da partida. Adeus Gerês, muito em breve voltaremos, mas dessa vez de carro.

Almoçámos na Vila, no restaurante Gerensiana e a seguir ao almoço, toca a andar!

Fomos meter gasóleo e verificar a pressão dos pneus à bomba de gasolina de Vilar da Veiga, aproveitando para agradecer aos donos da bomba a ajuda prestada.

Direitos a Braga, Porto (passando desta vez por Trofa), Mealhada, Montemor-o-Velho, Figueira da  Foz (onde chegámos por volta das 22:30 horas; perdemos imenso tempo nos Carvalhos, à saída do Porto, visto que havia uma procissão, causando uma fila interminável de carros).

Montámos a tenda no Parque de Campismo que fica perto do Foz Plaza e aproveitámos a proximidade para ir lá jantar. Sobremesa: deliciosas bolachas americanas!

Durante a viagem detectámos q o diferencial de trás continua a perder valvulina.

Amanha temos q ir ao Station Marché para verificar o nível de valvulina do diferencial.

 

Dia 29/8/2005 (14º Dia) – 2ª Feira

 

Novamente a desarmar a tenda e a arrumar as coisas, para irmos embora. Mas antes, e visto que já era tarde para tomar o pequeno-almoço, fomos almoçar, novamente ao Foz Plaza. A seguir a desarmar a tenda, fomos ao Station Marché, mas demoravam muito tempo a pôr a valvulina no diferencial, por isso comprámos uma embalagem de valvulina da mais espessa e o meu filho pôs uma manta debaixo do jipe, deitou-se e colocou ele mm a valvulina no diferencial. Mas ñ levou quase nada. O que concluímos é que, o que tinha vertido devia ser restos que estavam ainda no eixo.

Depois seguimos por Leiria, entrámos na A1 em Aveiras, directos a Lisboa e depois, Foros de Amora.

Saí do jipe e dei tantos saltos de contente por termos chegado bem a casa, que o meu filho até pensava q eu tinha ficado maluquinha.”

 

Durante a viagem, qd eu dizia q já tinhamos vindo de perto de Almada, houve kem dissesse: “ah, ñ aguenta!”, ao q eu respondia: “Ñ aguenta? Então ñ o tá a ver aki? Aguentou!” E a pessoa ripostava: “Ñ!!! Kem ñ aguenta é a senhora! O jipe aguenta, estas mákinas aguentam td! Agora c essa direcção, vc ñ vai aguentar!”

 

Ehehehehehe

 

De facto cheguei a casa parecia q tinha andado a fazer musculação nos braços, mas aguentei.

 

Joana

 

publicado por Joana às 09:00
link do post | comentar | favorito
|
Sexta-feira, 29 de Junho de 2007
A 80 até ao Gerês!!! (Parte IV)

“Dia 24/8/2005 (9º Dia) – 4ª Feira

 

Hoje é que é! Vamos mesmo a Espanha!

Saímos directos à Portela do Homem, paragem para fotos, na fronteira, a provar que o Series já entrou em Espanha!

A seguir, Rio Caldo (umas termas com o mesmo nome da aldeia portuguesa) onde existem piscinas naturais com água tépida. Que maravilha! Mas eu tenho medo das cobras e então nunca consigo tomar banho em rios. Parva! Eu sei!

Fomos almoçar a Lovios, uma vila galega muito bonita, onde já tínhamos estado há 2 anos atrás.

Depois, como se impõe, compras em Espanha, que é tudo mais barato, meter gasóleo e comprar óleo para o motor. Ainda fomos em direcção a Cáceres, mas não vimos nada que valesse a pena continuarmos.

Voltámos a Lovios, lanchámos no jipe e descansámos um pouco, quando de repente reparámos que numa capelinha na serra à nossa frente havia festa com uma banda a tocar. Decidimos ir lá ver, mas quando vínhamos para baixo, algo de muito estranho começou a acontecer com o jipe.

Eu queria prender o motor com a caixa (com a 2ª ou a 3ª velocidade) para não estar sempre a usar os travões, mas as mudanças saltavam. Assim que a velocidade reduzia um pouco a mudança saltava e eu tinha mesmo de travar.

Viémos para Portugal um pouco preocupados com a descida da serra desde a Portela do Homem até ao Vidoeiro. Mas, embora debaixo de um grande stress, porque isso começou a acontecer cada vez com mais frequência, lá chegámos sãos e salvos ao parque de campismo.

Ligámos ao pai para termos mais alguma informação sobre o que poderia ter sucedido. Está decidido, jipe na serra, nunca mais. Temos que o poupar para a viagem de regresso a Lisboa.

E agora descansar, embora muito preocupados e o meu filho de muito mau humor.

 

Dia 25/8/2005 (10º Dia) – 5ª Feira

 

Hoje o meu filho continuou de muito mau humor. Já nem sei o que lhe hei-de dizer ou fazer. Almoçámos e foi-se deitar na tenda. Não queira sair para sítio nenhum, estava furioso do jipe estar com aquele problema na caixa de velocidades.

Por fim lá se decidiu a irmos um bocado até à Vila e acabou por vir mais bem disposto.

Mas foi um dia muito xoxo. Sorte que já o convenci a amanhã fazermos um piquenique na serra. Vamos subir a pé até à Portela do Homem. Quer dizer, eu vou a pé, ele vai de bicicleta. Vamos ver se aguento.

 

Dia 26/8/2005 (11º Dia) – 6ª Feira

 

Decidi fazer arroz de bacalhau para o almoço. Tinha comprado duas caixas para levarmos o almoço para a serra e então lá fomos nós, eu de mochila às costas com o almoço e ele na sua bicicleta.

Parecía-nos que indo por um caminho cortávamos caminho, no fim não ía dar a lado nenhum, cansámo-nos imenso e tivémos que voltar para trás.

Ainda parámos numa cascata logo a seguir ao Vidoeiro, mas decidimos almoçar mais à frente, perto dum rio, num local muito bonito e muito calmo, os dois sentados no chão a saborear o tão desejado almoço, porque caminhar faz fome.

No fim do almoço, toca a caminhar, porque o descanso dá preguiça e não nos podíamos dar a esse luxo. 6 kms até ao cimo da serra, onde há um controlo para que os carros não possam parar até à Portela do Homem, visto ser área protegida. Eu já só perguntava: “Então, já estamos quase a chegar?”.

Ainda andámos um pouco mais além do controlo, mas depois tínhamos mesmo que voltar, porque senão chegávamos de noite.

6 kms a subir, mais 6 kms a descer! Eu já nem sinto as pernas! E amanhã, provavelmente ainda estarei pior!

Mas pelos vistos ainda tinha fôlego, porque cantámos e gritámos por aquela serra abaixo, que parecíamos dois doidinhos. Ehehehehehe!

Chegámos ao parque de campismo, já de noite (20:30), deixámos a mochila e a bicicleta, lavámo-nos e mudámos de roupa, e toca a andar para a Vila (a pé, porque não sei a que horas regressamos e os carros só podem entrar até às 23 horas), que hoje às 21:30 é a Procissão das Velas.

Devido ao adiantado da hora, o jantar foi hamburguers (no café dos famosos gelados dos lanches) e lá vimos a procissão.

Depois, a caminho do jardim das termas, visto haver espectáculo com ranchos.

Saímos de lá já passava da meia-noite!

Finalmente descansar! Que dia agitado! Já não tenho idade para estas coisas!

 

Dia 27/8/2005 (12º Dia) – Sábado

 

Tal como previa, estou muito mal das minhas pernas, muito cansada da caminhada de ontem.

Fomos almoçar à Vila e levámos o jipe. Afinal, amanhã é o dia da partida para Lisboa e eu tenho que saber como é que o jipe está.

Foi um grande stress, até eu me habituar a guiar o jipe assim (até ía batendo num carro, num cruzamento), mas depois de me habituar, tudo correu melhor.

Ainda fomos subir novamente lá por um caminho, mas depois de algum tempo a andar, voltámos para trás.

Jantámos no parque de campismo e às 23 horas estávamos de saída (novamente a pé, pelo mesmo motivo do dia anterior), porque às 23:30 horas há fogo de artifício na Vila.

Ainda estivemos à espera montes de tempo, porque nunca mais chegavam os bombeiros, mas por fim lá começou o fogo de artifício. Foi bonito, nada de transcendente, mas bonito.

Depois, novamente a caminho do jardim das termas, para assistir a mais um espectáculo de ranchos.

De regresso ao parque de campismo, onde chegámos por volta da 1 hora, debaixo de uma chuva miudinha e irritante. Já tínhamos posto algumas coisas dentro do jipe, para não se molharem.

Agora, descansar que amanhã a viagem é longa. Estamos a pensar ir até à Figueira da Foz. Espero que não esteja a chover.”

 

Joana

 

publicado por Joana às 09:00
link do post | comentar | favorito
|
Quinta-feira, 28 de Junho de 2007
A 80 até ao Gerês!!! (Parte III)

“Dia 20/8/2005 (5º Dia) – Sábado

 

Almoçámos na Vila, o nosso já conhecido “Bacalhau à Bráz” muito louvado há 2 anos atrás, quando também por aqui estivémos.

Depois de uma breve caminhada pela Vila, decidimos ir a S. Bento da Porta Aberta, santuário e lugar de peregrinação aqui pelas Terras do Bouro. Como há festa, não consegui estacionar e seguimos serra acima. Como a porta de trás do jipe ía a vibrar, o meu filho disse-me para parar, para verificar o que se passava. Ao dar a volta por trás do jipe para o meu lado, verificou que o pneu de trás (o que tinha tido o furo) estava molhado.

Fui ver o que era e verificámos que pingava do lado de dentro (do lado do tambor) e também da parte de fora da roda. Ocorreu-nos que pudesse ser óleo de travões e decidimos vir para baixo, visto que ali nem havia rede no telemóvel. Desci a serra a segurar o jipe com o motor, para usar o menos possível os travões, visto que em S. Bento o movimento era tanto que de certeza que iria necessitar deles.

Já em S. Bento, finalmente consegui estacionamento, telefonámos ao pai, que nos aconselhou a comprar rapidamente óleo de travões para o circuito não ganhar ar e a irmos a uma oficina.

Percorremos uma das estradas sem sucesso e então decidimos voltar a Vilar da Veiga. Ao passar numa bomba de gasolina, vi um Series estacionado e pensei que seria uma boa ideia parar, até porque tínhamos que comprar o óleo dos travões. De facto, o Series é dos donos da bomba de gasolina, que nos indicaram o Sr. Mota, um mecânico de máquinas, mas que trabalhou durante muitos anos em Angola, como mecânico de Series.

Afinal, o problema não era dos travões, mas sim valvulina do diferencial de trás, que passou pelos freios, quando supostamente aqueceu durante a viagem, chegando assim à ponta do eixo. Tirou então a protecção do eixo, idêntica a um copo, limpou com diluento, pôs massa consistente na porca e voltou a colocar a protecção, desta vez com silicone para ficar bem vedado.

Mas o jipe estava estranho, ouvia-se um ligeiro barulho atrás. Mais tarde o meu filho lembrou-se que, se o diferencial tinha perdido valvulina, logicamente esta teria que ser reposta.

Voltámos à bomba de gasolina, para ver se conseguíamos comprar valvulina. Não foi possível, mas o dono da bomba disse-nos para estarmos lá na 2ª feira seguinte, que nos indicava um sítio onde já tinham metido valvulina no Series dele.

À vinda para o parque de campismo, e visto que a estrada é sempre a subir e com curvas apertadas, tivémos que vir com cuidado, inclusivé parar na Vila do Gerês para o diferencial arrefecer e só depois continuar viagem. Perto do parque existem 2 curvas em ferradura, que foram feitas com 4x4, para que o esforço fosse dividido pelos dois diferenciais.

Hora de descanso. Amanhã só se anda a pé!

 

Dia 21/8/2005 (6º Dia) – Domingo

 

Depois de almoço, enchi-me de coragem e fomos os dois a pé desde o parque de campismo do Vidoeiro até à oficina do Sr. Mota, em Vilar da Veiga (aproximadamente 10 kms). Ai!!!! Estou que nem posso!!!!

Não conseguimos falar com o Sr. Mota. Então, depois de bebermos alguma coisa no café, resolvemos esperar pela camioneta para a Vila do Gerês. Esperámos ¾ de hora e, quando já desesperávamos, ei-la na curva da estrada.

Na Vila impunha-se o gelado da ordem, para dar força para o resto do caminho até ao Vidoeiro.

Agora, jantar e descansar, que amanhã há muito que fazer.

 

Dia 22/8/2005 (7º Dia) – 2ª Feira

 

Almoçámos na Vila e fomos directos à bomba de gasolina de Vilar da Veiga (com o jipe), para sabermos onde é a oficina para meter valvulina no diferencial. Indicaram-nos que é a caminho de Vieira do Minho.

A serra, desde Vilar da Veiga até ao cruzamento para Chaves/Braga (7 kms) foi feita com “o coração nas mãos”, tal era o medo de que acontecesse algo ao diferencial de trás.

Finalmente chegámos à Estação de Serviço Ribeiro. Resolvemos meter valvulina em tudo o que necessitasse. Só o diferencial de trás levou 1 litro de valvulina (afinal, havia razões para estarmos preocupados), a caixa de direcção estava praticamente seca (notei bem a diferença na direcção quando peguei novamente no jipe. Muito mais leve, a direcção). O resto praticamente não necessitava de valvulina.

Voltámos e fomos a S. Bento da Porta Aberta, visto que no sábado nem tinha dado para vermos nada.

Depois da visita ao santuário e de um bom lanche, passámos na bomba de gasolina para agradecer a ajuda e de volta ao parque de campismo.

 

Dia 23/8/2005 (8º Dia) – 3ª Feira

 

Quando acordámos estávamos convictos de que nesse dia iríamos à Pedra Bela (miradouro), mas eis que uma colega a quem eu tinha mandado uma mensagem no dia anterior e que tem casa de férias em Rio Caldo, me liga a combinar para nos encontrarmos.

Lá fomos então novamente a S. Bento da Porta Aberta (isto mais parece uma promessa!) onde estivémos com ela e com o marido toda a tarde.

Quando regressávamos à Vila do Gerês, pensámos que ainda dava para irmos à Pedra Bela, mas nem sequer nos lembrámos antes de meter gasóleo. Fomos subindo, mas às tantas decidimos voltar para trás, porque era arriscado se ficássemos sem gasóleo no meio da serra.

Novamente a caminho de Vilar da Veiga para meter gasóleo (pouco, pois estamos a pensar ir a Espanha por estes dias).

De volta ao parque de campismo para mais um merecido descanso depois de tanta andança.”

 

 

Joana

 

 

publicado por Joana às 09:00
link do post | comentar | favorito
|
Quarta-feira, 27 de Junho de 2007
A 80 até ao Gerês!!! (Parte II)

“Dia 18/8/2005 (3º Dia) – 5ª Feira

 

De facto a noite foi mesmo de alerta. E, para o caso de não acordarmos, o meu filho pôs o telemóvel a despertar para as 4 horas, para vermos se estava tudo bem com o Series. Mas eu acordei várias vezes. Estava preocupada. Tínhamos o Series carregado e com capota de lona e sem fechaduras, qualquer pessoa tirava o que quisesse.

Por volta das 11 horas, e depois de outra visita à Capelinha, partimos em direcção ao Gerês.

Em direcção a Ourém, cortámos para Leiria e, pela IC2, seguimos por Pombal, Coimbra (terra de boas recordações), Mealhada (onde se impõe paragem para almoço, embora, com muita pena minha, não tenha sido leitão), Porto (paragem forçada, pois ouvimos um ruído de chapa a bater, quando havia vibrações no jipe, que se revelou ser do trinco do “capot” que se tinha soltado uma peça, anteriormente executada pelo meu filho. O problema foi rapidamente resolvido por ele. É sempre bom conhecer o jipe como ele o conhece).

A viagem continuou até à Póvoa de Varzim, onde cortámos para a IC14, em direcção a Braga. Chegados a Braga, comecei a sentir o jipe a tremer anormalmente. Como havia fila de carros, comecei a ouvir um barulho estranho. Deitei a cabeça de fora da janela e tive a sensação que uma das rodas estava furada. Disse para o meu filho: “Acho que temos um furo!”. Ele saiu e foi ver. De facto, a roda de trás do meu lado estava mesmo furada. Encontrávamo-nos à entrada duma rotunda, estrada ligeiramente inclinada e com o jipe carregado, achei que não íamos conseguir mudar o pneu. Telefonei para a assistência em viagem, que me ligaram com uma oficina de Famalicão, a qual me informou que cobraria 91 € para substituir o pneu pelo suplente, porque não estava coberto pela assistência em viagem, visto que não nos encontrávamos inibidos de mudar o pneu. Pedi-lhes para ligar daí a minutos, para ter tempo de pensar. Fui saber se havia alguma oficina perto e o senhor que me informou prontificou-se para nos ajudar a substituir o pneu, indicando-me um parque de estacionamento perto, já com estrada plana.

Mas os problemas ainda estavam no início!

Quando nos preparávamos para desapertar as porcas da roda, eis que se chega à conclusão que a chave de estrela tinha umas chaves pequenas demais e a outra (de encaixe) grande demais.

Enquanto eu telefonava novamente para a assistência em viagem porque, visto que estava impossibilitada de mudar o pneu, já vinham sem ter que pagar nada, o meu filho foi ver se arranjava uma chave apropriada para tirar a roda. Não teve sucesso. Estava tudo de férias.

Esperámos cerca de meia hora pela assistência em viagem e lá apareceu um reboque (com um senhor muito simpático, por sinal), mas também ele não tinha a chave apropriada para tirar o pneu (era igual à nossa).

Assim, foi o jipe de reboque para Famalicão (e nós também) e só lá na oficina é que finalmente o pneu foi trocado.

Mas com isto tudo já eram 21:30 horas e não quisemos arriscar a continuar a viagem de noite, ainda por cima sem pneu suplente. Decidimos ficar em Braga, mas estávamos tão cansados e tão cheios de fome que começámos a pensar na hipótese de ir para uma residencial. O único senão é que tinha que ter parque de estacionamento (não podíamos deixar o jipe carregado, no meio da rua). Não tivémos outra hipótese senão vir para o Hotel da Estação de Braga, mas vamos pagar uma nota bem grande!

Para entrar com o jipe para a garagem é que foram elas...

Primeiro havia a dúvida da altura da garagem (ninguém sabia quanto media!), depois teve que descer com redutoras, visto que era uma descida íngreme e o jipe estava muito carregado, para segurar o jipe com as redutoras, e por fim, duas curvas muito apertadas, que obrigaram a umas quantas manobras. Ainda não sei como é que amanhã vou tirar de lá o jipe...

Finalmente pudémos instalar-nos, mas eram 22:30 horas e, ou íamos jantar ao restaurante do hotel, ou corríamos o risco de não jantar. Então, mesmo todos badalhocos, lá fomos jantar e depois... o merecido descanso do guerreiro!

 

Dia 19/8/2005 (4º Dia) – 6ª Feira

 

O dia começou bem, com um banho bem merecido e um pequeno-almoço revitalizante.

Depois de me ver livre de alguns euros (bastantes!!!) a pagar a estadia e o jantar no hotel, tomámos fôlego para retirar o jipe da garagem. Desta vez ía o meu filho ao volante e foi bastante mais fácil, pois o jipe vira mais para a direita do que para a esquerda, visto que quando se vira para a esquerda uma das peças da direcção chega a bater no radiador.

Já na rua, e já eu a conduzir, fomos a uma oficina tratar do pneu. Tinha sido mesmo um furo, mas não se chegou à conclusão com o que é que tinha sido, visto que, aparentemente, o pneu estava bem, sem furos (chegou-se mais tarde à conclusão, depois de mais 2 furos, q era ferrugem na jante. Já foi solucinado).

Depois de substituída a câmara de ar, seguimos viagem até ao Gerês, com a ajuda de um senhor (dentro de Braga) que estava na dita oficina e que se prontificou a ajudar. Assim, até à saída de Braga, lá foi o Series seguindo um Mercedes! Ehehehehehe!

Ficámos muito gratos ao senhor do Mercedes, aliás, gente do norte é gente boa! (Tivémos várias ajudas das gentes do norte)

Chegámos ao Gerês por volta das 14:30 horas, sem complicações. Acampámos no Parque do Vidoeiro, almoçámos e fomos até à Vila do Gerês de bicicleta. À vinda, eu não consegui acompanhar o meu filho, tendo vindo maior parte do percurso com a bicicleta à mão (a idade não perdoa!). Agora, descansar, que a partir das 23 horas é hora do silêncio.”

 

 

Joana

publicado por Joana às 09:00
link do post | comentar | favorito
|
Terça-feira, 26 de Junho de 2007
A 80 até ao Gerês!!!

Vou postar aki a historia duma viagem q fiz c o jipe, há cerca de 2 anos, mas como é bastante comprida, pois está escrita tipo diário, vai ser dividida em vários posts. Espero q gostem.

 

“Dia 16/8/2005 (1º Dia) – 3ª Feira

 

Depois de muito trabalho no Series (limpeza do motor de arranque e da bobine de chamada e colocação de um novo radiador), feito pelo meu filho e pelo pai, eis que chega a hora da inspecção.

Como no ano transacto tinha passado na inspecçao com a ressalva de que os pneus tinham uma medida diferente da indicada no livrete, e como o jipe continua com esses mesmos pneus, achámos que poderia chumbar na inspecção deste ano. Fomos então saber o que acontecia nessa situação. Ao contrário do que prevíamos, essa ressalva passa de inspecção para inspecção sem nenhum problema, apenas sendo aconselhável a homologação por parte da Land Rover, sem, no entanto, ser obrigatória.

Posto isto, lá fomos buscar o jipe para se proceder à inspecção.

Eu, como principiante, visto que era a 2ª vez que guiava o Series do meu filho, tive alguma dificuldade em situar os controlos das luzes, 4 piscas, etc.; mas o mais caricato da situação foi o meu filho ter convencido o inspector de que os limpa pára-brisas eram manuais!! (visto que o motor de um deles não está a funcionar, foi a única saída airosa para a situação, visto que ambos dão para rodar manualmente). Entretanto, o farol do lado direito estava a funcionar a 50%, quer nos médios, quer nos máximos, o que levou a que o jipe tivesse chumbado. Temos 1 mês para reparar essa avaria, por isso “Gerês, aqui vamos nós!”.

Mas nos Series nada é assim tão linear!... Chegámos a casa para carregar o Series para a viagem, quando o meu filho detecta que o sinalizador do nível de gasóleo estava em “Empty”, quando há 10 minutos atrás tinha ¼ de depósito. O que se passava? Desligou-se o jipe e... surpresa!... Depois disso já nada funcionava. Não pegava, não tinha luzes, nem sequer tinha buzina. Conclusão: o Series não gostou de ser inspeccionado!!

O meu filho foi directo ao fusível. Trocou-o, mas nada aconteceu. De seguida, procurou-se cabos danificados, mediu-se a voltagem da bateria; estava tudo ok! Só restava telefonar ao pai, última réstia de esperança! E depois de muita conversa, chegaram à conclusão de que poderia ter a ver com a bobine de chamada ou com o motor de arranque. Depois de uma análise mais profunda à bobine de chamada, eis que se detectou um fio solto. Depois de devidamente colocado e apertado, já tudo funcionava.

Visto que já se tornava tarde e ainda faltava carregar algumas coisas no Series, decidimos então partir amanhã.

 

Dia 17/8/2005 (2º Dia) – 4ª Feira

 

Eram 14 horas quando partimos dos Foros de Amora (casa – margem sul do Tejo) em direcção a Fátima. Almoçámos no McDonalds da 2ª circular, para nunca perder o Series de vista e poupar tempo.

A viagem correu normalmente pela A1 até à saída para Alenquer, seguimos para a Batalha pela IC2 e subimos a serra até Fátima. A experiência de subir essa serra foi muito boa, visto que, apesar de ser a 2ª vez que guio o Series, consegui controlá-lo muito bem nas curvas.

A fé impõe-se neste tipo de viagem e, pelos vistos o Series também gostou de estar em Fátima porque, já à noitinha, depois de termos estado na Capelinha de Nossa Senhora de Fátima, pedindo para nos ajudar neste viagem, o farol começou a funcionar a 100% (também se pode concluir que o que ele queria era viajar, ou será que estava a piscar o olho ao inspector? Se calhar tenho um Series versão feminina!...).

Estamos acampados em Fátima, num parque de estacionamento onde acampa muita gente e, claro, com o Series sempre em linha de vista. Vai ser uma noite de alerta!!!”

 

 

Joana

 

sinto-me: Bem disposta
publicado por Joana às 15:52
link do post | comentar | favorito
|
Quinta-feira, 14 de Junho de 2007
Tadinho do Tigrinho!...

Hj acordei com um dos gatos pekeninos a berrar desalmadamente.

Ainda na cama pensei: “Mas q raio se tá a passar?”

A Brankinha (a mãe deles) miava com akele miar q ela faz qd os tá a chamar.

Levantei-me dum salto. Algo de grave se tava a passar.

Qd cheguei à casa de banho estava um pekenino q é td branco ao pé da sanita. Como ele por qq coisa costuma gritar como se alguém o estivesse a matar, pensei q era isso. A gritaria abrandou um pouco e eu fikei calma por momentos, mas eis q reparei q tava td a gataria a olhar pra trás da porta da casa de banho.

Fui espreitar e estava um dos pekeninos (o Tigrinho, pq parece mm um tigre em ponto pekeno) com a pata da frente do lado direito entalada ente a dobradiça da porta e a ombreira da porta. Gritava de dor, eu peguei nele e tentei tirar a pata, mas ñ consegui e entretanto ele tava tão desesperado q me mordeu a mão c td a força.

O meu filho saiu do quarto para saber o q se tava a passar e tb tentou tirar a pata de lá, mas ñ conseguiu.

Fui buscar a toalha do bidé para conseguir agarrá-lo sem ele me morder e eis q o meu filho começa a gritar q o gato tinha desmaiado. Qd me voltei estava de facto o gato desmaiado, tts eram as dores q tinha.

O  meu filho foi a correr buscar a mala de ferramentas do Kim e começou a desapertar os parafusos da dobradiça, mas em vez de desapertar a parte q está agarrada à porta, começou a desapertar a q está aparafusada à ombreira. Eu ñ conseguia ver bem o q ele tava a fazer. Qd por fim os parafusos saíram o gato ainda gritava mais, tava completamente desesperado.

Gritei para o meu filho: “Aperta depressa os parafusos!!!”

“Vai buscar uma chave de fendas grande e forte! Mete-a entre a madeira e a dobradiça e fez força!”

Ele ainda respondeu: “Oh mãe, mas assim vou estragar a porta toda!”

Eu estava desesperada e o gatinho então nem se fala.

Gritei novamente: “Filho, mete a chave de fendas entre a madeira e a dobradiça. Rebenta com a porta de for preciso. Temos q tirar daki a patinha do gato o mais rápido possível.”

Conseguimos finalmente. Em princípio ñ tem nada partido, mas agora só logo é q vejo como é q ele tá.

Entretanto peguei numa folha de jornal amachucado e em fita castanha, dakela larga e protegi akela dobradiça. Nenhum dos gatos deve conseguir la meter as patas, espero.

De facto, ter gatos pekeninos é como ter um bebé humano. É preciso ter determinados cuidados q por vezes nem nos passam pla cabeça.

 

Joana

 

sinto-me: Preocupada c o Tigrinho
tags:
publicado por Joana às 12:35
link do post | comentar | favorito
|
Terça-feira, 12 de Junho de 2007
Prémio Blog com Tomates

 

 

 

Com alguma surpresa minha, fui informada pela amiga Isabel que o meu blog tinha recebido o prémio de Blog com Tomates. Agradeço-lhe imenso o te-lo escolhido. E agora é a minha vez de escolher outros blogs q ache que merecem o prémio. Deveria escolher 6, mas da minha lista de blogs q mais visito, só 3 achei q mereciam este prémio, por isso estaria a ser injusta se escolhesse mais. Aqui vão:

 

Madalena

http://apenasmadalena.blogs.sapo.pt/

 

Cláudia

http://morena_mau_feitio.blogs.sapo.pt/

 

Maria da Fonte e Viriato

http://speakers-corner.blogs.sapo.pt/

 

 

Joana

 

 

 

publicado por Joana às 12:33
link do post | comentar | ver comentários (3) | favorito
|
.mais sobre mim
.pesquisar
 
.Maio 2011
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
.posts recentes

. A Primavera

. 1 Ano Depois

. Separação Temporária!?

. Tenho saudades!

. Adeus Amiga!

. Fim de Semana Agradável

. Pouco em comum...

. Mal Entendidos, Kem Os Nã...

. Doidos!... Mãe e Filho!

. "Crise" de quê????

.arquivos

. Maio 2011

. Março 2010

. Setembro 2009

. Maio 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Maio 2008

. Abril 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

.tags

. todas as tags

.links
blogs SAPO
.subscrever feeds