Quinta-feira, 20 de Setembro de 2007
Homenagem a Algumas Pessoas Especiais

Dps dos ultimos posts, em q homenageio as 4 pessoas q penso terem afectado positivamente a minha vida com maior intensidade, kero aki deixar expresso o meu agradecimento a outras pessoas, q embora com menos intensidade, tb acabaram por me ajudar em momentos menos bons. São elas: a minha mãe (q devido à sua profissão acabou por ñ ter uma presença mto constante, mas q me transmitiu facetas mto positivas da sua personalidade, tais como a vontade de lutar e a seriedade em termos económicos), o Kim (ajudou-me, estando sempre ao meu lado, ker nos momentos bons, ker nos menos maus, sem nunca desarmar; bons conselhos e mta paciência pra me aturar nos momentos de crise, ker física, ker psicológica), o meu ex-marido (teve um papel mto importante na escolha da profissão q hj exerço, entre outras coisas, como é obvio), um colega de trabalho, já falecido um pouco prematuramente (José Joaquim, longas conversas e bons conselhos), a minha amiga Estela (q me ajudou num momento menos bom da minha adolescência), a minha amiga Paula (longas conversas, bons conselhos e principalmente uma frase de apoio q nunca eskeci “Tu ñ tens ninguém se ficares doente? Fikei ofendida! Podes contar sempre comigo se um dia te acontecer alguma coisa!”) e, embora recentemente nos tenhamos xateado, a minha amiga Teresa (q me recebeu em sua casa noutro momento menos bom, mas já da minha vida adulta).

 

Joana

 

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publicado por Joana às 15:50
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Quarta-feira, 19 de Setembro de 2007
Homenagem à Cristina

À Minha Grande Amiga Cristina:

 

Conheci a Cristina há 18 anos, penso q por esta altura do ano. Ela tinha acabado de entrar para a Câmara e eu já cá tava, mas há poukissimo tempo.

Dei-lhe formação de informática e acabámos por ficar grandes amigas.

Eu tava grávida na altura e a quantidade de vezes q ela subiu até ao bar pra me ir comprar salame de chocolate, ñ têm conta!

Temos tb uma grande cumplicidade dd o início da nossa amizade. Costumamos dizer q é à vez, ora eu lhe infernizo a cabeça c os meus problemas, ora ela me inferniza a minha c os seus problemas. Mas este infernizamento é devido a q se acontece algo de mal a uma, a outra fica literalmente doente.

Conhecemo-nos ao ponto de sabermos, por vezes só por um simples telefonema ou uma frase no msn, q a outra está c algum problema, mm q por vezes se tente disfarçar.

Tenho-a ñ como colega mas como amiga do coração, a irmã q nunca tive.

Apoiou-me nos dois momentos mais complicados da minha vida, a morte do meu pai e a minha separação, como mais ninguém me apoiou, nem seker a família.

Ñ consigo seker imaginar q um dia possamos ir trabalhar pra sítios diferentes e deixarmos de ter o contacto tão proximo q agora temos, embora a amizade se vá manter sempre, disso tenho a certeza.

Amiga do coração, dela herdei algumas expressoes mto proprias e recebi uma amizade sem igual.

 

Joana

 

sinto-me: Nostálgica
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publicado por Joana às 17:02
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Homenagem Ao Meu Filho

Ao Meu Filho:

 

Embora o meu filho seja ainda mto novo (17 anos), teve e terá sempre um papel mto importante na minha vida.

Sofri para o ter, durante a gravidez, mais psicologicamente do q fisicamente, visto ter tido problemas e o medo q daí resulta de o perder.

Qd ele nasceu passou a ser a minha única razao de viver e ainda hj o é.

Desde mto pekeno q temos uma cumplicidade mto propria e mto saudavel. Se ele tá c problemas eu passo metade da noite, como já aconteceu, sentada na cama dele; mas se sou eu q tou c problema, ele tb passa metade da noite a dar-me conselhos e a tentar acalmar-me.

Por vezes sou acusada de ser branda demais c ele, mas eu sei qd hei-de ser branda ou qd hei-de ser rígida. Nós cá nos vamos entendendo. Sinto q tem uma grande admiração por mim, por facetas do meu feitio e principalmente q me tem mto respeito.

Se fôr preciso lutar ao meu lado por um objectivo, eu sei sempre q posso contar c ele, principalmente se fôr algo relacionado c trabalho, lança as mãos à obra e avança.

È um lutador nato, embora devido ao seu problema psicologico, por vezes se vá abaixo e axe q ñ consegue fazer nada. Herdou de mim o espírito sonhador, o coração de manteiga, a personalidade romântica. Isto por vezes traz-lhe alguns dissabores, mas kem melhor do q eu pra o entender?

 

Joana

sinto-me: Nostálgica
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publicado por Joana às 16:40
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Homenagem à Lila

À Minha Tia Lila:

 

Uma irmã da minha avó paterna, q ficou sempre solteira, foi viver c os meus pais dps deles casarem. O meu pai ficou orfão de pai aos 18 meses e a mãe entrou em depressao profunda e ñ kis saber de mais nada até à morte, q ocorreu quase 20 anos dps. Por isso, essa minha tia tomou conta do meu pai dd os 18 meses.

Como a minha mãe era enfermeira e trabalhava de noite e de dia pra conseguir q a família tivesse uma vida condigna, essa minha tia acabou por me criar praticamente dd q nasci.

Chamava-se Idalina, mas eu sempre lhe chamei Lila. Pra mim foi mãe, avó, irmã + velha, amiga. Foi a ela q fiz as minhas confissões de adolescente, foi no ombro dela q chorei alguns desgostos de amor, foi ela q aturou a maior parte das minhas birras, foi c ela q brinkei às bonecas tardes inteiras.

Ela morreu já velhinha (85 anos, penso eu), eu tinha 25 anos. Senti imenso a falta do seu apoio, pq embora eu já fosse casada, gostava imenso q ela fosse passar fins de semana a minha casa, pra podermos estar na conversa. Tinha sempre uma palavra de incentivo, pra ela td o q eu fazia tava bem, era amorosa.

Sofreu bastante durante td a sua vida, visto q no fundo nunca teve vida propria, acabou sempre por viver em casa duns e doutros e a tomar conta dos sobrinhos. Mtas vezes dizia q se arrependia de nunca ter casado.

A ela lhe devo uma grande parte da minha educação e personalidade, mas tb a ela dedikei mto tempo, de dia e de noite, nos mtos momentos em q esteve doente, pois se ela se tinha dedicado a mim, depois era a minha vez de me dedicar a ela.

Apesar de ñ saber ler em escrever, era duma perspicácia fora de normal. Disse-me duas coisas q nunca hei-de eskecer e q mais tarde se provou q eram certas: uma, q ñ devia casar c o meu ex-marido pq ele tinha um feitio mto especial. Acabei por me divorciar,  precisamente devido a esse feitio. Outra, q a minha mãe iria ficar louca pro fim da vida. A minha mae tem agora 84 anos e está com Alzheimer comprovado há cerca de 3 anos.

Recordo-a com a ternura q se recorda uma avó e c a tristeza de kem perdeu alguém q sempre me deu apoio.

 

Joana

 

sinto-me: Nostálgica
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publicado por Joana às 16:09
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Homenagem ao meu Pai

Decidi fazer uma homenagem a tds as pessoas q influenciaram a minha vida no bom sentido e q hj trago ñ só no coração, mas tb e principalmente na alma. Pessoas q nunca eskecerei pq em determinadas alturas a minha vida dependeu da sua palavra ou gesto amigo.

A tds essas pessoas, às quais dedicarei um post individual, agradeço do fundo do coração akilo q me deram, embora, infelizmente, pra algumas isto seja uma homenagem póstuma.

 

Ao Meu Pai:

 

Sou filha única. O meu pai sempre desejou ter uma filha e Deus fez-lhe a vontade. Era a menina dos olhos dele, embora isso ñ keira dizer q me deixou fazer td o q keria. Mto plo contrário! Era extremamente exigente cmg, e levei algumas sovas, umas c as quais ainda hj ñ concordo, mas a maior parte serviram pra edificar a personalidade da qual hj me orgulho.

Recordo os passeios c o meu pai, pela Mata de Benfica ou pelo Jardim do Campo Grande, a paciência, por vezes quase a esgotar-se, pra me ensinar a andar de bicicleta, as minhas birras pra ir aos bailes, perto da Malveira onde tínhamos uma casa de férias, os bailes nessa mm terra, onde eu era o seu par favorito, enfim tt coisas boas q vivemos c um carinho puro e q só os pais nos sabem dar.

Qd casei (c 21 anos) vi o orgulho estampado nos olhos do meu pai. A sua menina ía casar sem nunca lhe ter dado “desgostos”. Era assim q ele pensava e hj entendo melhor do q nunca akilo q ele keria dizer.

Qd comunikei q estava grávida, ele ficou felicíssimo. Dessa vez keria um neto. E mais uma vez Deus fez-lhe a vontade. Hj o neto é a cara chapada dele. Pena q ele já cá ñ esteja pra o ver.

Faleceu com 57 anos (eu tinha 27 e o neto tinha feito 1 ano no dia anterior) com um derrame cerebral, seguido de enfarte do miocárdio.

Ainda hj choro por ele, ainda hj me faz mta falta akelas conversas à noite dps de eu sair de um part-time às 23 horas e antes de apanhar o autocarro. O meu pai estava sempre à minha espera na paragem pra q pudéssemos conversar nem q fosse 5 minutos.

Foi o seu feitio paciente e calmo q eu herdei. Foi a sua cara, o nariz comprido e c batatinha, as orelhas grandes q tb herdei e principalmente herdei o saber estar, o saber comportar-me em qq situação, e td akilo q ele me soube transmitir ao longo da vida e q me transformaram na mulher q hj sou (embora pese tb a educação q a minha mãe e a minha tia me deram).

 

Joana

 

sinto-me: Nostálgica
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publicado por Joana às 14:26
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Quarta-feira, 12 de Setembro de 2007
Finalmente.... A minha opinião

E é isto um estado de direito, uma democracia?

Como líder espiritual e Prémio Nobel da Paz, seria de todo legítimo a recepção do Dalai Lama pelo Governo e pelo Presidente da República, tal como aconteceu com o Pápa.

Ou será que os nossos políticos têm medo da China?

 

Participei activamente nas manifestações contra as atrocidades praticadas pela Indonésia em Timor e revolta-me que, em situação semelhante, se “feche os olhos” em prol de “boas relações diplomáticas”.

 

Felizmente que nem todos os portugueses pensam de igual maneira, a ver pela procura de bilhetes para a conferência no Pavilhão Atlântico.

 

Esperemos que Sua Santidade, o Dalai Lama, traga alguma paz e alguma reflexão, aos muitos portugueses que vão estar presentes nesta conferência, já que, pelos vistos, os nossos políticos já se consideram suficientemente instruídos nessa matéria.

 

Joana

sinto-me: Revoltada
publicado por Joana às 17:02
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Dalai Lama em Portugal II

“No exílio desde 1959, até o próprio Dalai Lama deixou de lutar pela independência e exige “um alto nível de autonomia”, dando mesmo como exemplo o governo de Macau – território chinês administrado localmente, só sujeito à China em questões de defesa e negócios estrangeiros.

 

Pequim, no entanto, nem quer ouvir falar em autonomia alargada para o que chama Região Autónoma do Tibete, temendo a instabilidade de um efeito dominó e receando que, ao alargar a autonomia tibetana, tenha de o fazer com todas as outras províncias, cedendo o controlo do governo central. A legitimidade histórica do domínio do território continua por isso em disputa entre o lado chinês e o lado do Dalai Lama.

 

Sarah Davis, antropóloga e etnóloga com investigação no Tibete garante que “a região sempre foi um reino independente ou semi-independente de maioria budista, regida pelo líder máximo da hierarquia do Budismo Tibetano, o Dalai Lama” e que, “ainda aintes da fundação da República Popular da China, foi prometido aos tibetanos que, mais tarde, se quisessem, poderiam declarar a independência da China Comunista”. “A promessa foi renegada e o que lhes foi dado foi uma autonomia nominal que, veio a ver-se, nem sequer é autonomia”, afirma Sarah Davis, lembrando que é o governo central chinês que escolhe e impõe o governo do Tibete e todas as políticas para a região.

 

A legitimidade política da China sobre o Tibete é cada vez menos posta em causa e é aceite em todo o Mundo, ao contrário da forma como Pequim trata os tibetanos, que merece condenação quase universal.

 

Na lista de atropelos dos Direitos Humanos no Tibete realizada pelo Departamento de Estado dos EUA, quase nenhuma violação escapa: dos assassínio às torturas, das prisões políticas aos trabalhos forçados e condenações a campos de reeducação pelo trabalho, prisões arbitrárias, repressão às liberdades de culto e de religião, restrição à liberdade de movimentos e opressão de minorias.

 

Ben Hillman, da Universidade Nacional da Austrália refere: “É cada vez mais provável que os chineses esperem até ao falecimento do Dalai Lama, que já tem 72 anos, na esperança de que o apelo internacional da causa tibetana desapareça com ele” “

 

Retirado do Jornal Global
publicado por Joana às 17:00
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